Se o conceito utilizado para SPAM,
for o envio de mensagem comercial
não solicitada, sim, nossa
mala-direta eletrônica será SPAM. No
entanto, é importante esclarecermos
alguns pontos sobre essa atividade:
SPAM É CRIME:
FALSO
O e-mail é uma forma de
correspondência equivalente a uma
ligação telefônica ou a uma carta.
Da mesma forma que não é necessário
autorização para se mandar cartas ou
telefonar para alguém, também é
desnecessária autorização prévia
para o envio de e-mails. De qualquer
forma, não há nada na legislação
brasileira que refira-se à prática
do SPAM, ou que a regulamente e
certamente quando existir apenas
tornará obrigatório ao remetente
oferecer uma forma de exclusão uma
vez que a simples proibição seria
inconstitucional.
SPAM IRRITA TODOS OS SEUS
DESTINATÁRIOS:
FALSO
Em cada mil pessoas que recebem uma
mala-direta por e-mail apenas entre
uma e sete manifestam irritação
segundo as estatísticas mais
atualizadas dos nossos últimos
envios de mala-direta. É
extremamente oportuno mencionarmos
que dentre essa pequena parcela
estão incluídos aqueles que têm
interesse direto ou indireto na
venda de banners e espaços
publicitários.
SPAM É INEFICIENTE E NÃO
FUNCIONA EM TERMOS DE MARKETING:
FALSO
A propaganda por e-mail funciona da
mesma forma que o tele-marketing ou
a mala-direta convencional, com
índices de eficiência bastante
satisfatórios (dependendo do serviço
ou produto oferecido os índices
médios de visitas a página variam
entre 4% e 10%) e uma relação
custo/benefício superior a todos os
outros tipos de mídia.
PORQUE OS MEGA PORTAIS SÃO
RADICALMENTE CONTRA A PROPAGANDA POR
E-MAIL?
Os grandes portais são prejudicados
pela propaganda por e-mail pois isso
afeta suas verbas publicitárias, ou
seja eles vendem menos banners. O
sistema ideal (para eles) deveria
funcionar da seguinte forma: Grandes
portais anunciam na grande mídia
(televisão) atraindo um enorme
número de internautas e então vendem
(com lucros em relação ao que
investiram inicialmente) espaços
publicitários. Porém a Internet foi
criada para possibilitar a
comunicação entre pessoas de
qualquer parte do planeta sem que
nenhum governo (ou provedor) possa
interferir ou impor regras ou
censuras. A possibilidade de
comunicar-se com milhares de pessoas
democratiza a Rede e permite que
sites menores cresçam e é exatamente
isso que eles (os grandes portais)
querem evitar pois desejam continuar
a concentrar o poder (e os lucros)
que a Internet possa gerar. Isso sem
falar que os banners, quando bem
feitos atingem 2,5% do total
impactado enquanto o e-mail (que é
quase gratuito) consegue atingir em
média 6% do total impactado.